sábado, 16 de outubro de 2010


É como se fossemos incapazes de ver a cor do céu, é como se não soubéssemos distinguir, o preto do azul, o azul do verde, o verde do seu olho, e como se nada mais nos fizesse ver nada alem de eu e você, é como se o mundo acabasse na esquina da minha casa, é como se minha memória esgotasse no dia em que te conheci, e como em uma máquina velha, você vai deletando fatos antigos, para guardar os novos, e a jovem no seu sonho é a única que pode ver, tocar, a única que consegue sentir o mesmo que você, ela te ama, você a ama, e hoje nada mais importa!

Nenhum comentário:

Postar um comentário