
Mais uma vez a tempestade vem pra arrancar deles tudo que lutaram tanto pra construir. As lagrimas caem como se fossem o refugio da dor de perder alguém. E eu me perco na canção soprada em meus ouvidos, meu fone vem me protegendo dos gritos de dor, as gotas de chuva não param de cair, o mundo continua desmoronando, e eu andando por ai, perdemos vidas, perdemos mães e pais, destruíram a cidade, rasgaram nossos planos, cortaram nossas veias, e já é difícil de respirar.
Agora é a hora, em que os bons saem pra ajudar, e os outros, ou outros são os que choram sentados no sofá, os outros que não prestam ajuda, são os outros, como eu e vocês.